Com a fala, na terça (23), do mandatário da nação, querendo acabar com o isolamento social em função, segundo ele, “para salvar a economia”. Logo reapareceram, e não poderia ser em pior hora, os apoiadores e opositores Bolsonaristas, em debates estéreis, chulos, desarrazoados em total falta de respeito ao povo Brasileiro.

Nestes tempos sombrios onde a nação está sendo invadida, rapidamente, pelo coronavírus e a COVID-19, onde já foi decretada a situação de calamidade pública, e a cada três dias o número de infectados aumenta dobrando.

E sem entrar no mérito da discussão débil:

Devemos sim seguir a orientação da OMS – Organização Mundial de Saúde, do Ministério da Saúde e Secretarias de Saúde e entidades médicas, em relação ao isolamento social e que um terço do planeta, inclusive a Europa também está praticando.

Devemos sim, seguir exemplo dos Americanos, que vão investir dois trilhões de dólares em sua economia para ajudar à pequena empresa, desempregados e até aqueles que não possuem o cartão verde.

Ainda, durante algum tempo, é imperioso seguir com o isolamento social.

ENTRETANTO, TODAVIA…

Está na ordem do dia, que o poder público nacional tem a obrigação e o dever de, rapidamente:

Esquecer por enquanto do ajuste fiscal;

Priorizar a saúde dos Brasileiros;

Também garantir subsídio em dinheiro às famílias carentes, ambulantes, feirantes e desempregados, através de novos programas sociais, preferencialmente aqueles já existentes;

Chegar em socorro, com incremento financeiro às micro, pequenas e médias empresas, no sentido de garantirem os empregos existentes, como já é praticado na Alemanha.

Por fim, mais uma vez na história, está provado que o “mercado”, tão endeusado por economistas de toda vertente, é incapaz de se contrapor a uma crise mundial como a do corona vírus. Servindo tão apenas para aumentar o poder dos detentores da riqueza.

Em tempos de crise, recorre-se aos estados nacionais.

Este é o capitalismo!

Assim penso!

Júnior Rebouças, 26/03/2020, São José de Mipibu

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