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    Os pais de um casal de gêmeos, nascidos em meio a pandemia do novo coronavírus, decidiram batizar os filhos de Corona (a menina) e Covid (o menino). O caso ocorreu em Raipur, na Índia. Segundo os pais, a escolha inusitada é para que os filhos se lembrem das dificuldades que superaram para nascerem. As informações são da “Press Trust of India”.

    “O parto aconteceu depois de enfrentar várias dificuldades e, portanto, eu e meu marido queríamos tornar o dia memorável. De fato, o vírus é perigoso e potencialmente fatal, mas seu surto fez as pessoas concentrarem a atenção no saneamento, na higiene e incorporarem outros bons hábitos. Assim, pensamos sobre esses nomes. Quando a equipe do hospital também começou a chamar os bebês de Corona e Covid, finalmente decidimos dar seus nomes em razão da pandemia”, disse Preeti Verma, a mãe das crianças.

    Segundo ela, a ambulância acionada pelo marido para levá-la ao hospital chegou a ser parada pela polícia porque os carros estão proibidos de transitar por causa do bloqueio nacional. Os bebês nasceram no dia 27 de março e, segundo os médicos, estão saudáveis e já receberam alta. O casal confessou que ainda pode mudar de ideia e trocar o nome dos gêmeos, mas por enquanto Corona e Covid serão batizados assim.

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    1 abril 2020
    KARLOSILVA

    “O timbre de Bolsonaro minguou na proporção direta do crescimento das estatísticas macabras da pandemia de coronavírus”, diz Josias de Souza.

    “O novo pronunciamento deixou a impressão de que a mente de Bolsonaro se abriu para os conselhos da ala fardada do governo. Mas a cabeça do presidente continua sendo uma espécie de terreno baldio onde há sempre alguém atirando alguma sujeira.”

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    12 março 2020
    KARLOSILVA

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira, 12, que o governo irá ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal de Contas da União (TCU) para contestar a decisão do Congresso que eleva o limite de renda familiar per capita para concessão do benefício de prestação continuada (BPC). O governo estima um impacto de R$ 217 bilhões em uma década com a derrubada do veto, sendo R$ 20 bilhões apenas neste ano.

    O Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostrou na quarta-feira, 11, que a equipe econômica já planejava uma saída jurídica para barrar a determinação.

    Nesta quinta, Guedes mostrou insatisfação com a votação no Congresso. “Argumentando pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Você não pode criar R$ 20 bilhões de despesa sem dizer de onde vem os recursos. É proibido pela LRF. Não temos capacidade de executar algo que pode ser ilegal”, disse.

    Perguntado se não havia espaço orçamentário para a medida, Guedes respondeu que, “se há”, o momento é de usar o dinheiro para prioridades emergenciais.

    “Queremos que esses recursos sejam usados na medida da emergência, se há emergência da saúde, vocês estão vendo o deslocamento que isso causa. Juros já começaram a subir, uma incerteza enorme, todo o exercício de estabilização que estamos construindo para a economia começar a retomar crescimento, daqui a pouco vamos conseguir fazer algo que estava completamente fora do script”, disse o ministro. “Nossa avaliação é que se há algum espaço (orçamentário) agora é justamente para remanejar orçamento para essas prioridades”, afirmou.

    O inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) aberto para investigar fake news identificou empresários bolsonaristas que estariam financiando ataques contra ministros da Corte nas redes sociais. O Estado apurou que as investigações estão adiantadas e atingem até mesmo sócios de empresas do setor de comércio e serviços, todos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

    Embora o inquérito, que tramita sob sigilo, seja destinado a investigar ameaças, ofensas e calúnias dirigidas a ministros do STF e suas famílias, as informações são de que o mesmo grupo de empresários também está ajudando a convocar os atos do próximo domingo, tendo como alvo o Congresso e o Judiciário.

    O custo dos ataques virtuais pode chegar a R$ 5 milhões por mês. As apurações indicam que esses empresários bancam despesas com robôs – programas de computador que podem ser usados para fazer postagens automáticas nas redes – e produção de material destinado a insultar e constranger opositores de Bolsonaro nas mídias digitais.

    Aberto em março do ano passado por determinação do presidente do Supremo, Dias Toffoli, o inquérito não identificou apenas fake news, mas também evasão de divisas, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal por parte de alguns empresários bolsonaristas. A expectativa é de que o processo, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, seja concluído em maio e enviado ao Ministério Público.

    Em outra frente, a CPI das Fake News vai buscar reforços para a investigação que tramita no Congresso, mas está patinando porque virou uma disputa fratricida entre governo e oposição. Um dos primeiros movimentos da deputada Joice Hasselmann (SP), ao assumir a liderança do PSL, foi substituir quatro deputados bolsonaristas por outros quatro de seu grupo.

    Pedido

    A estratégia é lotear a CPI para tentar avançar nas apurações sobre o pagamento de robôs que propagam notícias falsas ou atacam políticos que batem de frente com Bolsonaro. Integrantes da CPI já solicitaram ao Supremo o compartilhamento de dados relativos ao inquérito das fake news, mas tiveram o pedido negado, sob o argumento de que o foco da Corte está apenas nos magistrados e suas famílias.

    A CPI é mais abrangente e apura a ofensiva contra os parlamentares. Nas redes sociais, os principais alvos das agressões são os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP); e a própria Joice. Uma das mensagens em poder da CPI traz ordem para disseminar críticas a Maia na internet, chamando-o de “filho da p…”.

    O primeiro objetivo da CPI, após o troca-troca de cadeiras, será aprovar a convocação do vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente. Carlos é apontado como responsável pelo chamado “gabinete do ódio”. Como revelou o Estado, o grupo trabalha dentro do Palácio do Planalto e tem como missão disseminar ataques contra “inimigos” do governo.

    ESTADÃO CONTEÚDO

    Após um mês e meio de reuniões e acertos – tratados pelo presidente Jair Bolsonaro como “namoro”, “noivado” e “casamento” –, a atriz Regina Duarte toma posse nesta quarta-feira (4) como secretária de Cultura do governo. Será a quarta ocupante do cargo em 14 meses.

    A cerimônia está marcada para as 11h no Palácio do Planalto. No cargo, Regina terá o desafio de encerrar a rotatividade da pasta e buscar pacificação ou, ao menos, uma convivência mais harmoniosa entre o governo e a classe artística.

    Apoiadora de Bolsonaro desde a eleição, a atriz foi convidada para o cargo em 17 de janeiro e anunciou o “sim” duas semanas depois. No fim de fevereiro, Regina Duarte e a Globo anunciaram a rescisão em comum acordo do contrato de mais de 50 anos.

    Durante o “noivado”, entre o convite e o aceite, a atriz viajou a Brasília para conhecer a estrutura da secretaria. Chegou a se reunir com a secretária interina, reverenda Jane Silva, que acabou exonerada semanas depois – o governo diz que Regina Duarte não interferiu.

    Aos 73 anos, considerada um ícone das telenovelas no país, ela comandará uma estrutura vinculada ao Ministério do Turismo que ultrapassa as barreiras da dramaturgia. Cabe à pasta lidar com temas como economia criativa, direitos autorais, preservação do patrimônio histórico e democratização do acesso a teatros e museus, por exemplo.

    Integrantes da Viradouro durante o desfile na Sapucaí.

    Ao levar a Bahia ao Sambódromo do Rio de Janeiro, a Unidos do Viradouro consagrou-se, nesta quarta-feira, campeã do Carnaval carioca. Assinado pelo casal de carnavalescos Tarcísio Zanon e Marcus Ferreira, o enredo De Alma Lavada homenageou o grupo musical baiano As Ganhadeiras de Itapuã, que faz samba de roda, para abordar o protagonismo feminino na história brasileira. A Vermelho e Branco de Niterói, como é conhecida a Viradouro, volta a levar o título depois de 23 anos —no ano passado, foi vice-campeã com um enredo sobre histórias encantadas—. A escola deixou para trás a Grande Rio, em segundo lugar, seguida de Mocidade, Beija-Flor, Salgueiro e Mangueira. União da Ilha e a Estácio de Sá foram rebaixadas ao Grupo de Acesso em 2021.

    O enredo da Viradouro já havia vencido na terça-feira (25/02) o Estandarte de Ouro —premiação de voto popular do jornal O Globo—. “A nossa vida mudou com esse desfile, não só pela mídia, mas pelo nosso próprio autoconhecimento. Nós entendemos que representamos milhões de mulheres que lutam todos os dias pela sobrevivência. Há um crescimento social nisso”, comentou Ivana Soares, produtora da banda As Ganhadeiras de Itapuã ao jornal baiano Correio.

    Com alegorias e fantasias luxuosas, a Viradouro foi uma das escolas que mais animou o público da Sapucaí, desde a comissão de frente, que trouxe uma atleta no nado sincronizado, Anna Giulia, como uma sereia em um aquário de sete mil litros de água. A ala das baianas, que representaram quituteiras, com saias bordadas com abarás, acarajés e tapiocas, jogou cocada para a arquibancada.

    Com influência do afoxé, ritmo baiano de matriz africana, nos batuques e na melodia, o samba da escola campeã cantou as mulheres escravizadas de Salvador, que, no século XIX vendiam comida e lavavam roupas na lagoa do Abaeté e, com o dinheiro arrecadado, compravam sua própria alforria e a de outras mulheres. Dessa história nasce o grupo d’As Ganhadeiras de Itapuã. Elas foram exaltadas no desfile como as “primeiras feministas do Brasil”.

    A Viradouro conquistou público, críticos e jurados ao aliar uma forte tradição cultural, com referências à ancestralidade negra, à atualidade de questões feministas. Foi uma lavada de alma e de bom gosto. Com a proposta de dar um mergulho na Lagoa do Abaeté e no mar de Itapuã, a Viradouro homenageou Oxum, tocando um ijexá —com um atabaque gigante no meio dos ritmistas— em diversos momentos do desfile. “Oh mãe, ensaboa, mãe”, cantava junto com a escola a arquibancada da Sapucaí.

    A Viradouro também mostrou a transformação dos terreiros em ateliês onde as mulheres realizavam manufaturas e fez um passeio pelas manifestações folclóricas que influenciaram o surgimento d’As Ganhadeiras de Itapuã. O desfile foi encerrado com o setor Os tesouros do Brasil, que homenageou outros grupos folclóricos formados por mulheres.

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    25 fevereiro 2020
    KARLOSILVA

    A Mangueira foi a grande sensação da primeira noite de desfiles do Grupo Especial, no domingo (23). A agremiação contou a história de Jesus de uma forma moderna, abordou a relação com as minorias e encostou no polêmico assunto de intolerância religiosa.Já conhecida por seus posicionamentos políticos, a escola havia avisado que não tinha a intenção de falar explicitamente de política ou religião, mas sim contar a história de Cristo sob um outro olhar. E, de cara, colocou Evelyn Bastos para interpretar uma versão negra e feminina de Jesus.

    Evelyn, a princípio, usaria uma fantasia tradicional de rainha, mas acabou com um manto brilhoso cobrindo o corpo. Ela não sambou; em vez disso, usou uma coroa de espinho e interpretou o sofrimento de Jesus na véspera da crucificação.

    A comissão de frente conquistou o público de cara. Jesus apareceu de roupas jeans e rodeados de amigos – todos representando minorias – dançando e tirando selfies. Até que a polícia apareceu e colocou todo mundo na parede, menos Cristo, que era branco. Ainda assim ele foi preso, numa alusão à passagem bíblica em que ele é pego pelos guardas romanos.Em outra ala, os foliões colocavam em xeque posicionamentos que cristãos políticos adotaram nas últimas eleições. “Bandido Bom é Bandido Morto” trazia negros e pobres e “Vai Tacar Pedra?” se referia à comunidade LGBT.

    Por fim, diversas versões de Cristo crucificado foram retratadas: mulheres, LGBT’s negros, pobres, entre outros. O carro alegórico final trouxe Jesus ressuscitando em plena favela da Mangueira.

    O Twitter foi à loucura e colocou a agremiação entre os assuntos mais comentados da noite. Além da história bem contada, a bateria também fez sucesso ao misturar funk com o tradicional samba. A escola carioca, vencedora da última edição, é de fato uma das favoritas ao título deste ano.

    Confira um trecho do samba-enredo “A Verdade Vos Fará Livre”:

    Eu sou da Estação Primeira de Nazaré
    Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher
    Moleque pelintra no buraco quente
    Meu nome é Jesus da Gente

    Nasci de peito aberto, de punho cerrado
    Meu pai carpinteiro, desempregado
    Minha mãe é Maria das Dores Brasil

    Enxugo o suor de quem desce e sobe ladeira
    Me encontro no amor que não encontra fronteira
    Procura por mim nas fileiras contra a opressão
    E no olhar da porta-bandeira pro seu pavilhão
    E no olhar da porta-bandeira pro seu pavilhão



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    20 fevereiro 2020
    KARLOSILVA
    Resultado de imagem para CGU

    A Controladoria-Geral da União (CGU) realizou em São Paulo, sorteio de municípios, de todo o país, que serão fiscalizados em 2020 quanto à aplicação de recursos repassados pela União para a execução de programas federais.

    O sorteio utilizou os mesmos sistema e equipamentos adotados nas loterias da Caixa Econômica Federal. Este é o sétimo ciclo do Programa de Fiscalização em Ente Federativos (FEF) da Contro

    Hans River, convocado na CPMI das Fake News por políticos do PT para que reforçasse o envolvimento do presidente Jair Bolsonaro com notícias falsas ou “impulsionamento” ilegal de mensagens, virou “tiro pela culatra”. Ele disse que não trabalhou para Bolsonaro e sim para os então candidatos Fernando Haddad (PT) e Henrique Meirelles (MDB). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    O depoimento de Hans River representou um presente para os opositores do PT, no dia em que o partido de Lula completou 40 anos.

    River deixou mal até os que denunciaram o suposto impulsionamento ilegal de Bolsonaro, já negado pelo Whatsapp.

    Após a sessão, os assuntos “CPMI” e “Hans River” se transformaram no 1º e 5º trending topics, os assuntos mais comentados do Twitter.

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    24 janeiro 2020
    KARLOSILVA

    Formalizar um intercâmbio entre o Rio Grande do Norte e a região administrativa de Macau, na China, foi o objetivo da audiência desta sexta-feira, 24, entre a governadora Fátima Bezerra e o presidente e vice-presidente da Câmara de Desenvolvimento e Negócios Brasil-China (CDNBC), Chi Rongbiao e Felipe Martins Rocha. Eles convidaram oficialmente o Governo do RN para o Fórum Internacional de Turismo que acontece no próximo mês de abril em Macau.
    “A China trabalha com planejamento e alta tecnologia. É o país que mais cresce no mundo e está presente no RN nos setores de energia eólica, solar e petróleo”, destacou Fátima. Ela considera a China como um dos parceiros prioritários e lembra que recentemente o país abriu seu mercado para a importação do melão produzido no RN.
    A governadora disse aos visitantes que o Rio Grande do Norte tem mercado aberto ainda para investimentos em mobilidade com implantação e operacionalização de linhas de metrô, VLT’s e trens. Lembrou também que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estuda a viabilidade da implantação do VLT em Natal e região metropolitana.
    “Nosso objetivo é trazer empresas chinesas ao RN. Temos interesse na fabricação de produtos para as áreas de energias renováveis, serviços e Turismo”, informou Rongbiao. Os chineses também têm interesse nas áreas de mobilidade, de educação, serviços e na importação de alimentos regionais.
    Macau tem 660 mil habitantes e, segundo Felipe Martins, recebe diariamente 500 mil visitantes asiáticos, o que quase dobra a sua população. “Temos um grande mercado consumidor que busca novidades. E temos tecnologia e potenciais investidores interessados em ampliar negócios. Vemos no Rio Grande do Norte grandes oportunidades que se adequam às demandas dos chineses e um amplo leque de possibilidades para os investimentos chineses aqui”, registrou Felipe Martins.
    Na reunião, que contou com a participação do vice-governador Antenor Roberto, dos secretários de Estado, Ana Costa (Turismo), Jaime Calado (Desenvolvimento Econômico) e Leon Aguiar, diretor do Idema, a governadora determinou que eles ficarão responsáveis pelos contatos com a Câmara de Desenvolvimento e Negócios Brasil-China, com o objetivo de consolidar investimentos e facilitar negociações entre empreendedores locais e de Macau.